Home

Empregos
Estágios
Concursos
Cursos
Provão Agronomia  
Cadastro 
Revistas Agropecuárias        
Pós-Graduação
Links
E-mail

 

 

  RECEITAS DA VOVÓ

 

 

Receita para o controle da formiga doceira:

 

Entre vários métodos de combate, existem 2 inseticidas usados no controle das formigas doceiras.

 

Um deles é o Responsar, do Laboratório Bayer

O princípio ativo é Betacyfluthrin. 

O frasco contém 60 ml e o inseticida é também recomendado  para outros insetos como: moscas, mosquitos, pulgas, baratas e percevejos.

Deve-se preparar uma calda com 15 ml do produto para 1 litro de água. Depois pulverizar os locais de ataque das formigas.

 

Precauções:

Não aplicar sobre animais, não inalar o produto, não aplicar sobre alimentos, evitar contato com a pele, olhos e utilizar equipamento de segurança. 

Mais informações constam na bula do próprio produto.

 

Outro produto utilizado é o inseticida K-Othrine sc 25 do Laboratório AgrEvo

O inseticida é um  inseticida Piretróide. Indicado moscas (larvas e adultos) e insetos rasteiros. O frasco contém 30 ml e a calda deve conter 8 ml do produto para 1 litro de calda, sendo suficiente para 20 m2.

A mistura deve ser agitada e pulverizada nos locais de ataque das formigas.

 

Precauções:

Não aplicar sobre animais, não inalar o produto, não aplicar sobre alimentos, evitar contato com a pele, olhos e utilizar equipamento de segurança. 

Mais informações constam na bula do próprio produto.

 

Tratamento de mourão para cerca


Para que a madeira usada nas cercas tenha sua vida útil prolongada, é necessário efetuar o tratamento para sua proteção.

 

Protocolo:
Deve-se trabalhar com madeiras jovens, menos de 4 anos de idade, pois está em franca atividade de elaboração de seiva. A madeira mais indicada é o eucalipto.

O princípio se baseia na substituição da seiva pelo produto preparado. No preparo, com a madeira verde, toda casca deve ser retirada, até a casca grudada, tomando-se o cuidado para não ferir a madeira. Fazer num dia de sol com umidade relativa baixa. Deve-se fazer num local protegido, assim evita a evaporação do produto pela incidênica de sol.

 

Para 100 litros de água, utiliza-se 2,5 kg de ácido bórico e 2,5 kg de sulfato de cobre. Estes apresentam toxidez baixa. Mesmo assim, manusear com a devida proteção. 

Depois de misturar bem, despejar nos tambores, onde as madeiras serão tratadas. 

Uma boa dica é enterrar parte dos tambores para que os peso das madeiras não faça com que os tambores virem. Colocar os mourões com as partes mais grossas para baixo, permanecendo ali por uma semana. Tempo necessário para absorção e troca da seiva. 

Com o passar dos dias, haverá diminuição do nível da calda, devendo ser feita nova calda para a reposição. Deve-se fazê-la com a mesma proporção.

O tambor deve ficar com aproximadamente 60 cm de calda no mínimo. 

Não usar tambores ou baldes metálicos, pois ocorrem reações com os produtos da calda. A preferência é por materiais plásticos.

Após 7 dias, observa-se que os mourões estarão com cores diferentes, próximos a um azul-esverdeado, onde os mesmos devem ser empilhados num barracão aberto, de maneira que o vento passe entre eles por no mínimo 30 dias, tempo necessário para o secamento. Depois pode-se furar para a utilização.

 

O custo por mourão é em torno de R$ 1,40 - (dolar com cotação de U$ 1,00 equivale a R$ 3,00)

 

Fonte: Programa Globo Rural 

 

 

Xixi de Vaca para Repelente de Insetos

Por possuir vários nutrientes, a urina é útil como fertilizante e, por causa do cheiro forte, atua como replente de insetos. Como fertilizante a urina precisa ser diluída 1% (1 litro de urina para 100 litrosde água) e fazer pulverizações semanais em hortaliças ou a cada 15 dias em frutíferas. Ou, ainda, no solo, junto ao pé da planta, diluída a 5% (5 litros de urina para 100 litros de água). A urina deve ser recolhida em um balde e guardada por três dias em um vasilhame fechado antes de ser usada. Pode ser guardada um ano em vasilhame fechado.

Fonte: Pesagro - RJ

 

Como eliminar praga macarrão

Chama de “macarrão” é a Cuscuta polimorfa, também conhecida como fios-de-ovos, cabelo-de-anjo, cipó-dourado, cipó-chumbo, um parasita muito difícil de extirpar, pois é um vegetal sem folhas, sem clorofila e sem raízes. É constituído apenas dos fios amarelos dos quais saem pequenas estruturas que penetram na planta hospedeira para retirar a seiva. “Esse parasita, um problema grave nos EUA, chegou ao Brasil com sementes de alfafa”, conta o professor de Biologia e Manejo de Plantas Daninhas da Esalq/USP, Ricardo Victorio Filho. Ele explica que o parasita tem predileção por algumas plantas, e na cidade de São Paulo, por exemplo, costuma proliferar na coroa-de-cristo, parasitando ainda hibiscos e resedá. O combate deve ser feito, sempre que possível, extirpando-se a planta parasitada junto com o parasita, substituindo-a por uma muda que deve ser acompanhada, catando-se manualmente a cuscuta assim que aparecer, para que não prolifere. Sendo possível, pode-se retirar o parasita da planta, mas é trabalhoso e serviço a longo prazo, para evitar a reinfestação.

Fonte: Suplemento Agrícola do jornal O Estado de SP

 

Jornal é bom adubo?

 

Segundo os pesquisadores especializados em solo Ronaldo Severiano Berton e Sueli dos Santos Freitas, do Instituto Agronômico de Campinas, é mais indicado usar jornal para reciclagem que o transforme novamente em papel do que usá-lo como fonte de nutrição de plantas. Vale dizer, porém, que a adição do jornal na terrra é prática já realizada e recomendada em outros países, como "mulch" para proteção do solo ou como meio estrutural e fonte de carbono nas pilhas de compostagem doméstica. Quanto aos microrganismos, o jornal é principalmente constituído de celulose, o que aumenta a atividade dos microrganismos celulolíticos e a relação carbono/nitrogênio do material orgânico no solo. O aumento dessa relação pode levar à imobilização de nitrogênio, impedindo-o de ser absorvido pelas plantas, o que é difícil julgar, porque não há informação da área em que o sr. Kramer espalha o jornal. No entanto, se as plantas não estiverem acusando deficiência de nitrogênio, é provável que o problema não esteja ocorrendo. Com relação à tinta, os jornais estão trocando as tintas à base de óleos derivados do petróleo por óleos vegetais, como de soja e milho, por serem de baixa volatilidade. A análise do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) quanto à composição da tinta, e que nos foi fornecida por este Suplemento, estava voltada para identificar compostos orgânicos no material. Esses compostos encontrados muito provavelmente serão naturalmente decompostos, possivelmente sem danos para o total de microrganismos do solo, ainda que uma ou outra espécie possa ser momentaneamente prejudicada. Mesmo assim, quando o produto for decomposto, os outros que foram afetados retornarão a seus níveis populacionais. Mas suspeita-se que os pigmentos adicionados aos óleos vegetais, para dar cor, podem conter metais potencialmente tóxicos como o cádmio, o bário e o cobre. Assim, universidades americanas, e outras entidades especializadas em compostagem, recomendam apenas o uso de jornal não colorido para ser usado no solo ou compostagem

 

Fonte: Suplemento Agrícola do jornal O Estado de SP

 

 

Receita contra carrapato em animais:

Preparado de Erva Cidreira (Capim Limão) c/álcool

 

Preparo:

apanhar folhas e talos do capim limão, esmagar até obter caldo esverdeado, acrescentar 100 ml de álcool para fixar as propriedades ativas.  Deixar descançar por 24 horas, acrescentar 1 litro de água + 2 colheres de sal, mexer e depois pulverizar sobre o carrapato. No dia seguinte os carrapatos começarão a secar e haverá queda dos mesmos. O efeito residual é longo.

 

Fonte: Programa Globo Rural.

 

 

Pasta bordalesa para citros:

 

Sulfato de cobre...........................................1kg

Cal Virgem....................................................2kg

Água...................................................... 10 litros

 

Recomendada para a proteção dos cortes resultantes das podas e das remoções de tecidos atacados por gomose e rubelos em citros.

 

Fonte: Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP

 

 

Pasta Cúprica para citros:

 

Fungicida à base de cobre........................1kg

Água.....................................................10 litros

 

Indicada para a proteção dos cortes resultantes das podas e remoções de tecidos atacados por gomose e rubelose em citros

 

Fonte: Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP

 

 

Pasta para Pincelamento do Tronco em citros:

 

Enxofre Ventilado.........................................1kg

Cal Hidratada................................................2kg

Sal de cozinha..............................................0,5kg

Inseticida fosforado, em 1/4 da dosagem

recomendada para cochonilhas

Água.........................................................15 litros

 

Indicado para o pincelamento de troncos e base  dos ramos principais, na prevenção de brocas e cochonilhas em citros.

 

Fonte: Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP

 

Controle do Vírus Vira-Cabeça do Tomateiro


O vira cabeça é a principal doença de vírus do tomateiro nas nossas condições, impedindo o seu cultivo durante os meses quentes.
O vírus é disseminado por meio do tripes das espécies Frankniella paucispinosa e Trips tabaci
Uma das alternativas de controle é o uso de Calda de Primavera ou Boganville para que o tomateiro adquira resistência contra o tripes.

Protocolo:
Para cada 20 litros de água usar 200 g de folhas.
Escolher as folhas mais sadias e lavá-las com sabão neutro. Depois de bem enxaguadas batê-las no liquidificador com um pouco de água.
50 gramas de sabão neutro dever ser derretidos em um pouco de água quente que é para fixar a calda de primavera nas folhas do tomateiro. Coe a calda e acrescente 20 litros de água e o sabão derretido. A mistura deve ser utilizada no mesmo dia do seu preparo. A pulverização deve ser feita 3 vezes por semana, desta forma o tomateiro vai adquirir resistência contra o ataque do inseto. Começar o tratamento 10 dias depois da germinação da muda de tomate e parar quando aparecer as primeiras flores.

Fonte: Programa Globo Rural

 

Controle do Mofo Branco ou Oídio da Roseira


Uma das doenças mais importantes da roseira é o Oídio. Esta doença ataca principalmente folhas, ramos novos e botões florais. Seu controle se dá através de podas da parte doente, recolhendo-se as folhas doentes e queimando-as. Cobre-se as partes podadas com pasta fungica.

 

Outra forma de controle é o uso de sulfato de cobre + enxofre, conforme veremos abaixo.

 

Protocolo:
Para cada  litro de água , misturar 3 g de sulfato de cobre + 3 grama de enxofre.

Colocar os produtos em pequenas quantidades de água para a diluição. Depois juntar com o restante da água passando por  uma peneira para reter os resíduos sólidos dos produtos misturados para evitar o entupimento dos bicos na hora da pulverização. Mistura-se bem e faz-se a aplicação por cima e por baixo das folhas. Repete-se o mesmo procedimento a cada 15 a 20 dias.

Deve-se aplicar preventivamente mesmo sem o ataque da doença.

Este produto serve para o controle da pinta preta da roseira também.

 

Lembrando-se que o preparo e aplicação do produto deve ser efetuado com EPI (equipamento de proteção individual)

 

Fonte: Programa Globo Rural (dica fornecida pela Roselândia - SP)

 
Receita para o Controle do Tatuzinho  em Hortaliças


O tatuzinho é uma praga que ataca as hortaliças e se alimenta de raízes, porém esta não se caracteriza por trazer grandes prejuízos no cultivo de hortaliças.

Seu controle pode ser efetuado através de iscas conforme o protocolo abaixo.

Protocolo:
1 kg de farelo de trigo + 50 ml de melaço + 10 g de defensivo do grupo dos Carbamatos (menos agressivo)

Mistura -se os produtos com água necessária para formar uma massa (tipo bolo) Pegar a isca, colocar ao redor da planta. A noite Os tatuzinhos se alimentarão da isca, procedendo seu controle.

Outros insetos como: grilos, paquinhas e lagarta rosca também são controlados com a mistura.

Fonte: Programa Globo Rural